baby:eu posso tão pouco... não, eu não posso um pouco sequer — o mínimo para me sentir viva. e não vou me forçar a aceitar imposições. rezar a cartilha alheia. revisar a bula da vida. por hoje, eu só quero um abraço — um abraço de vida toda [pra ficar guardada dentro dos teus braços]. parece muito? bom, talvez devesse começar de novo. esta carta, por exemplo. escrever assim: eu quero tudo — e nada posso. mas um dia eu aprendo a burlar o inferno. a instituir a paz. e a fazer vibrar, fora de mim e daqui, isso que me consome, em chamas, pouco a pouco.

baby:






